Projetos Mecânicos
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Groze

Ano: 2015

Peso: 13.6 Kg

Categoria: Featherweight

Arma: Disco vertical com polia acoplada

A Estrutura do robô foi feita de AL7075 - T6 com a saia feita de Hardox 450 e tem como ideia proteger a diagonal do mancal da arma com a lateral do robô. Ele foi projetado com largura mais avantajada por usar Dewalts New Style e caixas de redução DWNS e para poder realizar curvas com mais facilidade, porém como a frente ficou com dimensões grandes, foi necessária uma saia mais comprida, acarretando em mais peso e assim prejudicando um pouco a locomoção, pois fez com que o centro de massa do robô ficasse distante das rodas.

Foi pensado em faze-lo bem baixo para ter uma estrutura bem reforçada com espessuras equivalentes à de categorias mais pesadas! Ele foi projetado para combater Drums no modo similar ao Federal M.T. (com a saia) e rampas no modo similar à Besta (robô e arma invertidos e com pezinhos e ombreiras). Atualmente o projeto descontinuou o uso dos Dewalts New Style em favor de motores brushless Scorpion HKIII-4020.

O conjunto da arma conta com um disco duplo com polia em uma única peça de aço sem encaixes e parafusos, alivio de peso no centro para dissipar melhor energia através dos arcos de apoio laterais e um perfeito caracol. Seu material é o aço SAE 4340 temperado e revenido para obter uma dureza de aproximadamente 48hrc.

Legostoso

Ano: 2015

Peso: 1 Kg

Categoria: Sumô

Premiações:

3º Lugar Ironcup 2017

Xupa Cabra

Ano: 2017

Peso: 5.45 Kg

Categoria: Hobbyweight

Premiações:

1º Lugar Winter Challenge 2017

Brigadeiro

Ano: 2014

Peso: 0.454 Kg

Categoria: Antweight

Arma: Duplo disco vertical de impacto

O projeto do Brigadeiro foi feito juntamente com o do Macarena e Czar em 2014 com a intenção de buscar maior competitividade com os robôs insetos da equipe. Esse nome foi escolhido pois a projetista gostava muito do doce brigadeiro e também fez uma relação com a patente da aeronáutica. Sua ideia inicial era de fazer um robô com um peso mais concentrado na arma em relação à carcaça. A arma é um disco duplo de impacto de SAE 4340 tocada por um motor Brushless Scorpion e a estrutura é unibody de AL7075 – T6. Na locomoção são usados motores Micro Pololu e rodas internas de 38mm de diâmetro.

Macarena

Ano: 2014

Peso: 1.36 Kg

Categoria: Beetleweight

Arma: Disco Duplo Unibody de Impacto

Inspirado no robô Kippa (Beetleweight) e com o objetivo de construir um robô totalmente reversível, projetou-se em 2014 o robô Macarena para competir na categoria Beetleweigth. Para que fosse possível sua reversibilidade se utilizou rodas com o diâmetro de 50 mm, sendo possível a pilotagem quando ele estivesse invertido.

Feito em uma única peça de alumínio AL 7075 – T6 o robô possui uma alta relação potência/peso, o que possibilita uma boa agilidade e leveza. Porém, que pode ser um problema ao sofrer algum dano grave em sua estrutura, levando a troca do corpo inteiro do robô.

A arma é composta por dois discos verticais de aço SAE 4340 inspirada na própria arma do robô Kippa, porém optou-se por colocar uma transmissão por O-Ring central, devido ao custo benefício e maior proteção do o-Ring. O motor utilizado na arma é um Brushless RIMFIRE.

Para a locomoção foram utilizados motores Pololu com caixa de redução embutidas.

Seu nome se deve ao seu projetista, que era chamado de Macarena pelos membros da equipe.

 

Czar

Ano: 2014

Peso: 1.36 Kg

Categoria: Beetleweight

Arma: Disco Horizontal de Impacto

Em 2014, com o objetivo de buscar maior competitividade na categoria Beetleweight, a equipe propôs-se a construção de novos robôs. O Czar (nome escolhido devido aos “reis” russos), possui, na locomoção, motores elétricos Pololu, assim como seu parceiro de categoria Macarena, e rodas expostas de 50mm de diâmetro.

A arma é um Disco UnderCutter de aço SAE 4340 movido por um motor Brushless Rimfire (a fixação do motor foi feita pensando no máximo de rigidez possível). Decidiu-se escolher esse tipo de arma devido ao elevado número de rampas na categoria e sua principal função seria retirar as rampas das chaves. Inicialmente o Disco era para estar mais próximo do chão, no entanto, devido às irregularidade da arena, o projeto foi alterado.

A estrutura é inteiriça e feita de Duralumínio 7075 – T6, uma das prioridades do projeto foi deixar grande espaço interno para facilitar a manutenção durante as competições.

Premiação: 

3º Lugar Summer Challenge 2015

 

Ricota

Ano: 2016

Peso: 1.36 Kg

Categoria: Beetleweight

Arma: Barra giratória estilo “Eggbeater”

Premiações:

3º Lugar Robogames 2017

3º Lugar Winter Challenge 2017

1º Lugar Salão de Robótica 2017

1º Lugar 2ª Taça BH de Robótica 2017

Estrutura

A ideia inicial era fazer o robô inteiro do material UHMW por ser leve e resistente, para ter o maior peso possível para investir em sua arma, porém é inviável que a estrutura seja inteira desse material pois a fixação é difícil, necessita de parafuso auto atarraxante ou porcas, o que não é uma boa solução. Por esse motivo foi colocado uma chapa de alumínio 7075-T6 no centro para facilitar a fixação das laterais e do brushless (chapa meio), além de ser uma peça importante para a sustentação do robô. Possui a base feita de fibra de carbono para ser rígida e resistente e uma tampa de policarbonato transparente, e foram usados parafusos e porcas para fixar a armadura. Suas laterais são de titânio, um material leve e com boa tenacidade, cortada a laser.

Um ocorrido muito curioso foi importante para o projeto. Quando foi feita a compra do material, por engano foi comprado o PEAD (polietileno de alta densidade), porém esse material surpreendeu, pois respondeu aos ensaios de maneira mais eficiente que o UHMW e teve um custo reduzido. Assim, Ricota é nosso projeto com maior variedade de materiais. 

Arma

A arma, uma barra giratória faz a função do cilindro (que é mais comum nos drums), e foi inspirada na barra do Ricola (robô norte-americano) mas mantendo o estilo do egg beater. O material usado é o aço SAE 8640 que foi temperado e revenido chegando a dureza final de 44 Hrc, e o eixo da arma é feito de aço SAE 4340 temperado e revenido a 40 Hrc. A arma é acionada por um motor brushless Scorpion outrunner de 1250kv, dando 7500rpm finais para a rotação da arma.

 

Bacon

Ano: 2013

Peso: 0.454 Kg

Categoria: Antweight

Arma: Disco vertical de impacto

Premiações:

1º Lugar Winter Challenge 2017

1º Lugar Winter Challenge 2015

1º Lugar Summer Challenge 2015

1º Lugar Stem Tech Olympiad 2014

Estrutura

A partir da eficiência e competitividade do robô Kippa, da categoria Beetleweight, a equipe motivou-se ao desenvolvimento do robô Bacon, um robô baseado no campeão. Cabe ressaltar, que, apesar das semelhanças, o projeto é totalmente novo. Foram aproveitadas as características julgadas eficientes e acrescentadas novas ideias ao projeto.

Usinou-se um bloco inteiriço de Duralumínio 7075-T6, a fim de se obter toda a estrutura mecânica do robô em uma peça só. Observou-se que tal característica empregada primeiramente no projeto do Kippa é realmente muito resistente a fraturas, visto que o impacto sofrido é dissipado em toda a estrutura de forma mais uniforme.

Sua parte frontal, mais espessa que as laterais e a traseira, foi planejada para suportar o choque direto e os possíveis golpes que venham a ocorrer durante o combate. Já a parte traseira do robô tem um detalhe muito interessante, como o do robô Kippa, um ângulo de corte na parte superior que permite que o robô mantenha suas rodas em contato com o chão mesmo de “cabeça para baixo”, ou seja, torna o robô reversível, algo essencial nos combates de robôs.

Uma característica inovadora deste projeto que é diferente do Kippa, são os apoios angulados posicionados diante da frente do robô, projetados em SAE 5180, que tem a função de maximizar o golpe dado, visto que eles elevam o robô adversário, fazendo com que o golpe seja aplicado na parte inferior do mesmo, lançando-o para cima.

Arma

No desenvolvimento do sistema de arma do robô “Bacon”, investiu-se em um modelo de disco como o do Kippa: mais largo e com apenas um dente. O material utilizado para o corpo do disco é o mesmo da estrutura, duralumínio aeronáutico 7075-T6, em virtude do limite de peso da categoria. Além disso, o disco conta com contrapesos de aço, com a função de aumentar a inércia do conjunto.

Entretanto, a área de impacto da arma precisa de uma dureza mais elevada, a fim de suportar a grande concentração de tensões na região. Para tanto, escolheu-se usar como “dentes” três parafusos M4 de cabeça chata, visto que o material do parafuso, um aço-liga, é mais duro e resistente que o material do disco, obtendo assim, características favoráveis para suportar todo o esforço da região.

O motor utilizado na arma do robô é o “Brushless SII2208 1100kV” da marca Scorpion, que se mostrou bastante confiável para a equipe, uma vez que outros modelos da marca são utilizados em outros robôs da equipe. O motor escolhido atende muito bem as finalidades do projeto, pois, além de possuir dimensões favoráveis para o espaço disponível no robô, o motor possui elevado torque e alta rotação, o que gera um ganho considerável de potência.

Locomoção

A locomoção do Bacon é composta por dois motores “Micro Geared Motor” acoplados a uma caixa de redução de 56,8:1, obtendo uma rotação do conjunto de 480RPM. O conjunto está ligado a uma roda de 40mm de diâmetro, exatamente 10,2mm maior que a altura da carcaça do robô, permitindo o contato da locomoção com a arena mesmo quando o robô é virado de cabeça para baixo.

Duck

Ano: 2013

Peso: 5.45 Kg

Categoria: Hobbyweight

Arma: Disco vertical de impacto

Premiações:

1º Lugar 2ª Taça BH de Robótica 2017

3º Lugar Stem Tech Olympiad 2014

No início de 2013, com o intuito de aposentar o robô Butcher, o mais antigo até então, a equipe propôs-se a construção de um novo Hobbyweight. O nome “Duck” deve-se a premiação de um dos integrantes da equipe ao apostar $1 em uma maquina de ursinhos, resultando em uma pelúcia de um pato, que veio a tornar-se o mascote do robô.

O projeto possui, assim como o parceiro de categoria Urubu, motores elétricos Integys, acoplados a caixa de reduções planetárias com uma relação de 16:1. Com a utilização de uma roda de diâmetro maior, esse projeto mostra-se mais rápido, alcançando uma velocidade de cerca de 4,2m/s ou 15km/h. Sendo assim, o robô tem facilidade em desviar os ataques adversários e fazer um bom posicionamento para deferir ataques eficientes.

No sistema de arma, um disco de impacto de apenas um dente e geometria bastante singular, confeccionado em aço SAE4340 transmite através de correias e polias a velocidade e torque de um motor brushless de aeromodelo. Todo o conjunto girante representa 30% do peso do robô.

Já a estrutura, utiliza diversos materiais posicionados em regiões que exigem maiores ou menores responsabilidades. A base, de fibra de carbono, garante maior resistência e rigidez em uma peça relativamente leve, devido sua baixa densidade. Pensando também no peso do robô, a tampa foi confeccionada em policarbonato, o mesmo material utilizado para blindagem da arena, porém em uma espessura menor. As peças estruturais foram projetadas em alumínio aeronáutico de diversas espessuras e, a proteção frontal do robô e seu sistema de apoios reversíveis utilizam aço em sua composição.

Na parte eletrônica, é utilizada uma bateria de 5S de 2700mAh da ThunderPower para sua alimentação, uma bateria leve e que fornece energia suficiente para o round. Já para a locomoção, uma eletrônica desenvolvida pela Uai!rrior, modelo Rino, faz o controle de dois motores e ainda suporta uma potência bem alta. Para o acionamento da arma, é utilizado um BESC (Brushless electronic speed controller) comercial, da Castle, o Align Castle Talon 90A HV, que se mostrou confiável até então.

General

Ano: 2013

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Dois discos verticais de impacto

Premiações:

1º Lugar Robogames 2017

1º Lugar Fighting My Bots World Cup - FMB 2017

2º Lugar Robogames 2015

1º Lugar Submarino URC 2014

1º Lugar Stem Tech Olympiad 2014

2º Lugar Robogames 2013

3º Lugar Winter Challenge 2013

O novo projeto Middleweight é inspirado no vitorioso projeto Federal M.T. da categoria Lightweight. Estreando no Campeonato Mundial de Robótica (RoboGames), o General surpreendeu em sua categoria, conquistando a Medalha de Prata.

A estrutura é composta por seções retangulares de diversas dimensões em Duralumínio 7075 – T6 em diferentes espessuras. Suas conexões são feitas a partir de encaixes de precisão, projetados especialmente para que a montagem seja mais rápida, fácil e acurada. Tal geometria estrutural faz com que o robô seja resistente e robusto o suficiente para sua categoria.

Buscando minimizar os possíveis danos causados pelo adversário, foram projetadas duas diferentes formas de proteção frontal, baseadas em estudos feitos pela equipe analisando as diversas configurações de arma dos possíveis adversários. Também com o intuito de potencializar o golpe aplicado, as diferentes blindagens frontais têm por objetivo elevar a frente do adversário, removendo-o do chão levando-o ao encontro dos discos.

Com dois discos de apenas um dente, este projeto teve de ser minuciosamente balanceado para que o centro de gravidade da arma coincidisse com seu eixo de rotação. O material escolhido para compor os discos e o eixo da arma é o aço SAE 4340, bastante usado nos projetos da equipe devido a suas características favoráveis à aplicação do disco.

O motor escolhido para movimentar o disco é o Ampflow A28-400 de 4,5HP. A utilização deste motor será uma novidade para a equipe, visto que o General possui a função de substituir o robô A Besta, que utilizava dois motores Ampflow A28-150, um modelo menor da família dos Ampflow que, atualmente, é utilizado na locomoção.
Para aumentar o torque, cada motor foi acoplado a uma caixa de redução de 7:1 feita por dois estágios de engrenagens, desenvolvida pela própria equipe.

Ainda com o intuito de aperfeiçoar o projeto, foram utilizadas rodas maiores na parte traseira do robô. Tal estratégia além de aumentar a aderência do robô à arena permite que a sua locomoção continue funcionando normalmente mesmo que uma das rodas seja arrancada pelo adversário. As rodas de 8” de diâmetro, conferem ao robô uma velocidade final teórica de 12m/s, ou seja, o equivalente a aproximadamente 29km/h. Certamente será o robô mais rápido da história da equipe e, muito provavelmente, um dos mais rápidos da história dos robôs de combate em todo o mundo.

Federal M.T.

Ano: 2012

Peso: 27.2 Kg

Categoria: Lightweight

Arma: Dois discos verticais de impacto

Premiações:

2º Lugar Submarino URC 2017

2º Lugar Robogames 2017

1º Lugar Robogames 2016

1º Lugar Submarino URC 2015

2º Lugar Robogames 2015

1º Lugar Winter Challenge 2015

1º Lugar Summer Challenge 2015

1º Lugar Winter Challenge 2014

1º Lugar Robogames 2013

1º Lugar Winter Challenge 2013

1º Lugar Summer Challenge 2012

A partir de reuniões da equipe, veio a ideia de desenvolvermos um novo projeto, resolvemos desenvolver um novo projeto, inovador e agressivo que representasse a Uai!rrior na arena de combate, em uma nova categoria.

O robô Federal M.T. foi construído no ano de 2012 para competir na categoria Lightweight de 27,2 Kg, sendo ela a mais disputada na RoboGames, pelo seu alto número de inscritos. Ele teve sua estreia em 2012, com um estilo bem agressivo pois mostrou a perfeita união de uma rampa, para melhor defesa, e dois discos, para elevar ainda mais o impacto, sendo minuciosamente projetado. Sua estrutura é composta de peças de Duralumínio 7075 – T6, os encaixes das peças são precisos, assim a montagem é rápida, a resistência da estrutura é maior e diminui os esforços nos parafusos de fixação. O nome, Federal M.T., foi um modo de homenagearmos a UNIFEI e a nossa honrosa Marita Tavares, presidenta da Associação dos Diplomados da UNIFEI no ano de 2012, que nos apoiou durante as dificuldades que enfrentamos na Robogames de 2011.

A frente foi projetada para usar o aço AR500, muito usado em materiais de mineração e construção que exigem um nível extremo de resistência à abrasão. Com todas essas propriedades, o aço é capaz de proteger toda a estrutura dos impactos da luta e ao mesmo tempo aumentar a eficiência da sua arma ativa, constituída de dois discos verticais rotativos. Durante a construção dos projetos, às vezes nos deparamos com alguns imprevistos, e desta vez aconteceu com a chapa de AR500 que chegou anossas mãos totalmente empenada, além disso, tivemos grande dificuldade de fresar o material. Diminuir apenas 1 mm de sua espessura, resultou em várias fresas quebradas. Faltando pouco para a sua estreia na Robogames 2012, resolvemos usar o aço SAE 1045, um aço mais fácil de ser trabalhado.

A locomoção tem um detalhe especial, é composta por um par de rodas vulcanizadas, que substituíram as quadro rodas comuns, que se dividiam em um par de cada lado. Confeccionadas em forma de tarugo por um processo de compressão sob aquecimento, uma em cada lado do robô, isto oferece ao robô maior tração ao chão da arena e mais segurança, pois esta possui varias camadas, se por uma eventualidade perder um pedaço ele ainda consegue se locomover sem prejudicar sua manobrabilidade. Os motores utilizados para a locomoção deste projeto foram da empresa AstroFlight. O motivo da escolha deste motor foi a sua relação potência/torque que se destaca perante outros.

Kippa

Ano: 2012

Peso: 1.36 Kg

Categoria: Beetleweight

Arma: Disco vertical de impacto

Premiações:

3º Lugar Stem Tech Olympiad 2014

3º Lugar Winter Challenge 2014

2º Lugar Winter Challenge 2012

1º Lugar Summer Challenge 2012

O robô Kippa foi desenvolvido com o intuito de ser um robô leve e ágil. Foi lançado na Robogames 2012, competindo na categoria, Beetleweight (1,36Kg). Sua estrutura é sólida e composta por uma única peça usinada em alumínio, isto garantiu a resistência e leveza necessária para suportar os impactos dos combates e garantir a agilidade da locomoção.

A estrutura do robô foi projetada para que resistisse aos impactos e tivesse locomoção mesmo em caso de capotar, isto é possível graças a um corte angular na parte traseira.

Sua arma é do tipo vertical spinner, um disco aço SAE 4340. A inovação deste projeto foi fazer um disco mais largo, afim de potencializar o golpe da arma.

A locomoção é composta por duas rodas dispostas na parte traseira do robô, cada uma delas com 50 mm de diâmetro, isto permite que o robô seja reversível, pois o diâmetro das rodas é maior que a altura do robô.

Trem Bagunçado

Ano: 2012

Peso: 27.2 Kg

Categoria: Trekking

Premiações:

1º Lugar Winter Challenge 2013

O robô Trêm Bagunçado é o pioneiro da Equipe na categoria autônoma Trekking. Sua estrutura foi projetada especialmente para trabalhar em ambientes externos, já que tanto na competição nacional quanto na internacional a prova do Trekking é realizada em um gramado à céu aberto.

A locomoção é feita por um par de motores CIM AM802 controlados por eletrônicas Mamute e duas caixas de redução Banebots p80 12:1. Cada motor é responsável por controlar um par de rodas e a transmissão entre elas é feita por meio de uma corrente externa à estrutura do robô. O sincronismo entre as rodas é contrlado a partir de um par de encoders.

Para conseguir alcançar o objetivo de encontrar objetos de localização pré estabelecida pela competição o Trem Bagunçado conta com um computador embarcado, 3 arduinos e uma série de sensores. Uma bussola com precisão de aproximadamente 0,1º fornece o posicionamento do robô e as coordenadas em direção ao objeto procurado, ao se aproximar do objeto sensores laser com alcance de 10m calculam a distância exata entre o robô e este primeiro marco a ser alcançado e o mandam à seu encontro.

Sensores toque indicam ao robô que seu objetivo foi alcançado e é emitido um sinal luminoso. Ao contrário da regra do combate de robôs na categoria Trekking não existe um limite de peso definido, apenas uma restrição quanto a dimensão dos robôs, que não podem ultrapassar a medida de um cubo de 500mm de aresta.

Carrapato

Ano: 2012

Peso: 1.36 Kg

Categoria: Beetleweight

Arma: Tubo rotativo

Premiações:

1º Lugar Robogames 2012

O projeto trata-se de um robô shell spinner (gira em torno do seu eixo central) constituído por uma “carcaça dentada giratória”, atuando tanto sobre controle de um piloto como no modo autônomo. Assim, toda a estrutura externa do robô é a sua arma, podendo atacar o adversário em qualquer direção que este esteja atuando, ataque e defesa simultaneamente.

Um detalhe deste robô é o material escolhido, a liga de alumínio 6351 – T6, que confere leveza e resistência de acordo com o projeto. Na parte interior do tubo existem roletes de nylon que minimizam os impactos nos componentes internos.

A fim de potencializar o golpe da arma, dois dentes de aço ferramenta foram fixados na parte externa do tubo, cada um defasado de 180º entre si. Para que os impactos não desestabilizassem o robô, imãs de neodímio foram colocados na base do robô, assim o piloto pode controla-lo de forma mais eficiente.

Já no seu ano de estreia o Carrapato não deixou dúvidas de que se tratava de um projeto competitivo e bem elaborado. Consagrou-se CAMPEÃO MUNDIAL na categoria combate autônomo, permanecendo invicto durante toda a competição.

Antônio

Ano: 2012

Peso: 0.454 Kg

Categoria: Antweight

Arma: Hélice de impacto

Este projeto atua tanto sobre controle de um piloto, ou no modo autônomo. Devido ao peso limitado da categoria antweight sua estrutura teve de ser bem projetada, a fim de encontrar um material leve e suficientemente resistente. Assim, o material empregado foi fibra de carbono. Para as estruturas de sustentação foi utilizado uma liga de alumínio 7075 – T6 para que resistisse aos impactos.

A arma deste projeto é constituída por uma barra de aço SAE1020 de 100 mm de comprimento por 5 mm de espessura, esta barra gira próximo de 8000 rpm para potencializar o impacto no adversário.

A locomoção foi especialmente projetada para garantir a leveza do projeto. Rodas de borracha e espuma foram empregadas, pois são leves e tem alta aderência com o chão da arena. As rodas são movidas por motores acoplados a um sistema de redução por estágios de 50:1.

Urubu

Ano: 2011

Peso: 5.45 Kg

Categoria: Hobbyweight

Arma: Hélice de impacto

No começo de 2011, decidimos criar um novo Hobbyweight que seguiria junto com o Robô Butcher de modo atermos uma representação maior nesta categoria. Já com o material definido, o Duralumínio 7075-T6, foi a hora de escolher o tipo de arma ativa. Várias ideias vieram e a de destaque na opinião de toda a equipe foi ade uma barra horizontal. Com empolgação, começou o trabalho para iniciarmos o projeto, depois de finalizado e aceito, iniciamos a construção do novo robô.

Apesar de parecido com o robô Jubileu, foi inteiramente projetado do zero para atender todas as necessidades da categoria Hobbyweight, de peso 5,5 kg, como tamanho do motor, caixas de redução, polia e outros. Sua arma ativa é uma pequena barra horizontal de 300 mm de comprimento e de peso aproximado a 1,5kg. O material escolhido foi o Aço SAE 1090, que possui como característica principal a alta resistência mecânica aliada a boa tenacidade. É um material difícil de encontrar em tamanhos pequenos e por isso reutilizamos a barra do nosso antigo robô Crápula, aposentado em 2005.

Apesar de todo o curto prazo para projeta-lo, o Robô Urubu, com certeza recebeu toda a experiência já adquirida pelo Jubileu e outros robôs, alcançando assim, uma perfeição maior no projeto. Com tudo pronto e as peças já nas máquinas de usinagem dos patrocinadores, fez com que aumentasse ainda mais a ansiedade de ver o robô pronto.

Três semanas foram suficientes para que todas as peças chegassem, material em mãos, era a hora de dar forma ao novo robô. Para esta categoria usou-se um motor Brushless na arma e dois conjuntos de motores Integy com uma redução BaneBots 16:1, que consegue fornecer velocidade e torque com muita precisão.

Cálculos

Ano: 2010

Peso: 6.8 Kg

Categoria: Hockey

Premiações:

2º Lugar Robogames 2016

1º Lugar Robogames 2015

1º Lugar Winter Challenge 2015

1º Lugar Winter Challenge 2014

2º Lugar Robogames 2013

1º Lugar Winter Challenge 2013

1º Lugar Robogames 2012

1º Lugar Winter Challenge 2012

1º Lugar Summer Challenge 2012

1º Lugar Robogames 2011

2º Lugar Summer Challenge 2011

1º Lugar Winter Challenge 2011

2º Lugar Robogames 2010

1º Lugar Winter Challenge 2010

A Uai!rrior é tradicionalmente uma equipe que monta robôs de combate. Esse pensamento vigora desde o início das competições no Brasil, quando surgiu a Uai!rrior e sua participação começou. Em outubro de 2009, porém, este pensamento tornou-se coisa do passado com a entrada da equipe em outras áreas das competições.

Tudo começou com a inserção da categoria de hockey de robôs nas competições da Robocore. Após algumas competições apenas de olho nos inscritos da categoria, em 2009 a equipe resolveu finalmente desenvolver um novo projeto e mergulhar nesta ala do evento.

Após o 5º Winter Challenge, em julho de 2009, restavam apenas três meses para a próxima participação da equipe em competições.Tempo suficiente para projetar três robôs novinhos e tirar a ideia do time de hockey do papel? Ninguém sabia responder ao certo, mas todos estavam empolgados o suficiente para tentar. E, nessa empolgação, deu-se a luz a três novos projetos.

Buscando projetar robôs que usassem materiais mais leves e resistentes, escalou-se a fibra de carbono como matéria-prima da base dos robôs. Na tampa, o policarbonato foi mais que satisfatório, enquanto nas laterais o alumínio deu conta do recado.

O tempo curto repercutiu-se em trabalho. Com a aproximação do ENECA 2009, a correria para concluir esse e todos os novos projetos dominou o clima da sala da Uai!rrior. As noites de sono ficavam cada vez menores, enquanto o cansaço acumulado aumentava mais e mais. A realização de testes levou à queima de motores, que causaram ainda mais tumulto dentro da equipe.

Mesmo com toda a pressa que imperava sobre a Uai!rrior, durante o ENECA foi possível concluir todos os robôs, deixando o time Cálculo pronto para entrar na arena. Porém, como dito anteriormente, a Uai!rrior sempre foi uma equipe de combate e, por isso, deu-se prioridade ao término dos robôs Hobbyweight, Featherweight e Middleweight; essa priorização fez com que uma interferência interna nos hockeys passasse despercebida, o que dificultou seu controle e levou a resultados não muito satisfatórios.

Mesmo assim, a agilidade e força dos robôs são impressionantes. A escolha de motores fortes contribuiu para que o time tivesse uma locomoção extremamente feroz; as rodas, por serem apenas duas, permitem maior facilidade durante curvas e, por ter o peso focado à frente da estrutura, as rampas tocam o chão de forma a entrar sob os adversários com grande destreza.

A idéia dos nomes Cálculo 1, Cálculo 2 e Cálculo 3, deve-se a uma brincadeira interna durante o projeto dos robôs; as três disciplinas de cálculo da universidade “aterrorizaram” boa parte da equipe, como é comum nos cursos de engenharia. O nervoso trazido ao ouvir estes nomes foi a piada suficiente para nomear o novo trio de “monstros” da Uai!rrior.

Em 2011 surge a necessidade de mais um robô nesta categoria a fim de substituir qualquer um dos 3 cálculos que viesse a dar algum problema em plena competição. A criação era viável, pois é um robô fácil de montar e que iria gerar pouca manutenção. Nisso, a equipe criou o Cálculo X, um robô com a mesma estrutura dos robôs Cálculo 2 e 3, tendo algumas diferenças na sua parte mecânica.

De princípio o robô Cálculo X foi projetado apenas para a categoria Hockey, só que no mesmo ano da sua construção, a equipe resolver inscrever o robô na categoria de combate. A inserção de uma rampa frontal já seria uma boa arma contra os adversários que viriam no Summer Challenge 2011, a primeira competição do ano. O resultado foi além do esperado, conquistamos o segundo lugar na categoria Hobbyweight.

Jubileu

Ano: 2009

Peso: 13.6 Kg

Categoria: Featherweight

Arma: Hélice de impacto

Premiações:

2º Lugar Submarino URC 2017

3º Lugar Winter Challenge 2016

2º Lugar Winter Challenge 2014

3º Lugar Summer Challenge 2012

4º Lugar Winter Challenge 2010

3º Lugar ENECA 2009

O projeto consiste em um robô horizontal spinner, apresentando uma barra giratória que confere a ele um ataque muito potente e eficaz. Este foi um robô que sofreu inúmeros aprimoramentos, sua barra foi redesenhada com estilo mais poderoso e agressivo, para maiores desafios e estragos.

O Jubileu surgiu depois que o projeto featherweight UFO, nas edições do Winter Challenge, em 2008 e 2009 demonstrou que não aguentaria tanto tempo. Depois de causar muita dor de cabeça em diversos pontos (locomoção, baterias etc), o projeto deixou claro que deveria ser aposentado e dar lugar a novas ideias.

No final de julho de 2009, após a competição em Amparo/SP, ocorreu uma longa conversa dentro da Uai!rrior a respeito de um novo projeto com design e arma completamente diferentes. Com o apoio de muitos membros da equipe, sugeriu-se o desenvolvimento de um tipo de Crápula – middleweight desenvolvido em 2005. A proposta foi aceita e, já com o desenho em mente, passou-se à etapa de projeto.

Como na maioria dos robôs desenvolvidos para o combate, inclusive devido ao peso, adotou-se o alumínio (no caso, o 7075) para a estrutura principal. A arma que compõe a barra foi cortada a partir de uma chapa de aço mola já presente nos materiais da Uai!rrior; devido ao desenho, sua baixa inércia permite que a barra entre em rotação e volte ao repouso em intervalos de tempo muito pequenos, contribuindo para a agilidade do robô.

O projeto do Jubileu foi relativamente barato uma vez que vários itens de sua composição foram reaproveitados de seu predecessor UFO, tais como motores, polias etc. O projeto eletrônico também é praticamente o mesmo, sendo necessário apenas realizar algumas mínimas adequações.

Apesar de todo o curto prazo para projetar e confeccionar todas as peças que o compõem e de muitas noites passadas na sala da equipe, em frente ao computador, a máquinas de usinagem, a multímetros e osciloscópios, as peças ficaram prontas até a saída da equipe para a competição de Santa Catarina. O processo de montagem efetivamente ocorreu pouco tempo antes do início do evento. O tempo restante foi suficiente para a realização de testes que comprovaram que o Jubileu funciona com grande eficiência.

No ENECA 2009, o projeto chamou grande atenção do público, principalmente devido à sua beleza e agressividade. Ao final do evento, tanto a sua estrutura mecânica quanto a eletrônica não sofreram grandes prejuízos e ele conquistou o pódio no terceiro lugar de sua categoria, resultado bastante satisfatório principalmente pelo curto tempo e orçamento disponíveis para a sua execução.

Em 2012, na competição Summer Challenge, o Jubileu conquistou novamente o terceiro lugar. Ele conseguiu mostrar toda a sua força sendo protagonista de uma das melhores lutas da competição, onde seu adversário saiu em pedaços da arena.

A Besta

Ano: 2009

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Serra vertical de impacto

Premiações:

2º Lugar Winter Challenge 2012

2º Lugar Summer Challenge 2012

2º Lugar Summer Challenge 2011

3º Lugar Winter Challenge 2010

3º Lugar Winter Challenge 2009

Visando participar da Robogames 2009, a equipe viu-se frente ao desafio de construir um novo robô que fosse potente e resistente o suficiente para suportar qualquer robô internacional. Assim, surge pela primeira vez a idéia de se utilizar um sistema novo, totalmente elétrico, baseado em 3 tecnologias chaves: utilizar baterias de polímero de lítio, as mais leves do mercado nos dias de hoje; trabalhar com motores de ímãs de neodímio, no nosso caso os Magmotors; e criar um sistema de arma com acionamento duplo e redundante, através de dois motores independentes e correias duplas, o que tornaria o robô um sinônimo de resistência. Mesmo com parte do seu sistema avariado ou parcialmente destruído, ele poderia continuar funcionando.

Nestes moldes finalizamos seu projeto em 2008 e iniciamos a batalha por recursos e apoio, a fim de conseguir não só construir o robô, mas sim levá-lo à Competição Internacional de Robótica, Robogames, em 2009. E foi com grande orgulho que chegamos a San Francisco – CA com nosso projeto concretizado, um robô singular que chamou muita atenção pelo seu desenho arrojado e sólido, aliado a uma impressionante ferocidade.

A Besta foi completamente construída em placas de alumínio 7075-T6, fresadas e encaixadas, tornando o robô muito robusto e diminuindo a carga sobre os parafusos de fixação. Sua locomoção é baseada em apenas duas rodas, que ficam distantes entre si para manter uma boa base de equilíbrio e garantir boas curvas. Suas caixas de redução foram desenvolvidas pela equipe e usinadas em alumínio com engrenagens em aço temperado, movidas por motores de corrente contínua de 1,5 Hp, mesmos motores usados na arma.

Sua arma consiste em um gigantesco disco de 3 dentes em aço 1070, revestidos por aço ferramenta temperado. Com aproximadamente meio metro de diâmetro, esta arma de 13 kg acumula uma inércia descomunal e, quando desfere seu golpe, pode cortar e arrancar metal com uma grande facilidade, provocando não somente destruição do seu oponente, como o arremesso do mesmo para as paredes da arena, podendo imobilizá-lo.

Extremamente compacto e pequeno, este robô assusta pelo seu grande poder destrutivo e pela agressividade, o que reforça seu nome e seu design imponente. Realmente, A Besta abriu uma nova era de robôs de combate na Uai!rrior e, depois dela, seus middles nunca mais serão os mesmos.

UFO

Ano: 2008

Peso: 13.6 Kg

Categoria: Featherweight

Arma: Tuborotativo (Shell Spinner)

Premiações:

3º Lugar Winter Challenge 2008

A categoria Featherweight foi incluída nas competições oficiais brasileiras no WinterChallenge de 2008; a Uai!rrior, como sempre, desenvolveu um robô para participar desta categoria de combate. O robô recebeu o nome de UFO e se baseou em um projeto robusto e vencedor, o Butcher. Ambos são “shellspinners”, robôs que giram suas armaduras, e têm um poder de combate muito alto; o fato de ser “shellspinners”, acoplado à presença dos três dentes de aço, permitem a robôs como o UFO e o Butcher possuir uma arma extremamente poderosa e destrutiva.

Porém, diferentemente do robô Butcher, o UFO usa dois motores para rodar o seu tubo (que pesa em torno de 5kg e foi feito de aço). Os dentes que ficam presos ao tubo, usados para maximizar os danos no adversário, são feitos de S1, aço ferramenta. Para a construção dos mancais e chassis foram usados nylon e alumínio, e para os eixos aço 4340.

O nome UFO (UnknownFeatherweightObject) foi dado após uma brincadeira entre os membros, que disseram que o robô se parecia com um disco voador. Para deixá-lo ainda mais parecido, foram colocados LED’s azuis que piscam enquanto o robô se movimenta e rotaciona.

O UFO, durante sua estréia no WinterChallenge 2008, mostrou-se um robô extremamente rápido e destrutivo, características que o conduziram à conquista da terceira posição da categoria no evento. Seu desenho recebeu o troféu de Melhor Design na 4ª Edição do WinterChallenge.

Butcher

Ano: 2007

Peso: 5.45 Kg

Categoria: Hobbyweight

Arma: Tubo rotativo (Shell Spinner)

Premiações:

2º Lugar Winter Challenge 2009

2º Lugar ENECA 2007

O robô Butcher foi o primeiro projeto da equipe na categoria hobbyweight. Para que este pudesse ser tão bem apresentado quanto os robôs da categoria middleweight, foi desenvolvido um projeto arrojado, robusto e com um alto nível, para que os erros fossem minimizados. A ideia que ganhou mais notoriedade foi a de construir um Spinner em forma de tubo com alguns dentes laterais que amplificassem os danos nos robôs adversários.

O tubo do robô foi inicialmente desenhado de forma totalmente cilíndrica, mas com o decorrer do projeto a forma inicial ganhou algumas curvas e abaulamentos, tornando-o mais compacto.
Como o peso é sempre um fator limitante nos projetos, foram utilizados na estrutura interna do robô plásticos de engenharia como o Nylon e o Policarbonato e metais leves, como o Duro-Alumínio.

A utilização de um motor de 24V na movimentação da arma, foi uma inovação em relação aos outros robôs existentes na mesma categoria.
Para trabalhar de forma ágil e funcional foi desenvolvida uma eletrônica compacta que suporta trabalhar com a corrente do motor e ao mesmo tempo ser centrifugada, no caso do robô perder o contato com o solo. Inicialmente, foi utilizado um pack de baterias com 20 células de Ni-Mh (hidreto metálico de níquel), que tomavam grande peso e espaço. Para contornar este problema, a partir do ENECA 2007 o robô passou a utilizar a tecnologia das baterias de LiPo (Polímero de Lítio).

O nome “Butcher” veio de uma brincadeira feita entre os membros da equipe, alguns disseram que o robô entraria na arena fatiando seus adversarios em bifes como um açougueiro, daí então o nome Butcher – que significa “açougueiro” em inglês.

Docinho

Ano: 2006

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Serra vertical de impacto

Premiações:

3º Lugar Winter Challenge 2008

O robô Docinho foi projetado com o intuito de participar da Guerra de Robôs, evento ocorrido juntamente com o 6º ENECA. A ideia inicial era fundir as principais características de dois robôs antecessores de bastante sucesso: a rampa e resistência do robô Dragster e a arma giratória do robô Vingador, ambos projetados e executados no ano de 2005. Além disso, criou-se um design bastante arrojado em sua estrutura, diferente dos robôs tradicionais participantes da competição, tanto pela forma quanto pela simetria, fato este amplamente explorado em competições internacionais e utilizado no Brasil por poucas equipes.

Modificações, como a posição do disco e a largura da base traseira, conferiram ao Docinho uma vantagem em relação ao seu antecessor direto o Vingador: estabilidade e reversibilidade. A ideia deste projeto foi criar um robô como um quebra-cabeça, ou seja, com peças de fácil encaixe e fixação através de parafusos. Isto facilitaria qualquer montagem e desmontagem necessária.

Uma novidade em relação aos projetos anteriores é a disposição das rodas. São quatro rodas para o robô, dispostas duas a duas, um par na parte inferior do robô (rodas em contato com o solo) e outro par na superfície superior do robô (roda que estarão em contato com o solo caso o robô capote). Esta disposição é a principal característica da simetria do robô.

A estrutura do Docinho é feita basicamente por duas chapas de alumínio e peças de diversos formatos e dimensões devidamente projetadas para o robô. As chapas de alumínio foram cortadas a laser, devido à complexibilidade de formas e grande quantidade de furos de alívio. O disco de impacto, junto ao sistema de locomoção, são sustentados por uma estrutura em forma de torre, que confere uma grande rigidez ao conjunto. A proteção lateral é feita por placas de policarbonato de 4 mm curvadas, dando ao robô a capacidade de, caso seja atingido lateralmente, girar, voltando a ficar sobre as rodas novamente.

 

Kako

Ano: 2006

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Rampa Pneumática

Premiações:

3º Lugar Winter Challenge 2008

O projeto “Kako” foi uma idéia pensada no início de 2006, com o intuito de reconstruir um robô pneumático com um novo sistema de arma que fosse inédito na competição. A principal idéia era construir um robô rampa-pneumática com a intenção de que este fosse capaz de posicionar-se sob outros robôs e, através do sistema pneumático, arremessar para o alto ou capotar o adversário com a finalidade de torná-lo imóvel.

As peças relativas à estrutura, sistema de locomoção, sistema pneumático e arma foram projetadas com o uso do programa Pro/ENGINEER Wildfire 2.0. Assim, foi possível obter exatidão das dimensões das peças e do posicionamento interno das mesmas, permitindo o cálculo do peso do robô – fator limitante pelas regras da competição e determinante para o desenvolvimento do projeto.

A estrutura do Kako é extremamente robusta e forte. Foi projetada para que o robô tivesse a menor altura possível, permitindo que sua rampa ficasse bastante próxima do chão. Esta característica proporciona ao robô posicionar-se sob seus adversários. Por se tratar de um robô com características nunca antes trabalhadas pelo grupo, devido principalmente a sua baixa estatura, este foi um projeto que requereu muita pesquisa para torná-lo realidade com um sistema pneumático adequado.

Seu nome refere-se ao personagem de animação Kako, que é um sapo verde. Esta brincadeira se deve ao robô ter sido feito nesta cor no computador e com isso se assemelhar a um sapo.

Crápula

Ano: 2005

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Hélice de impacto de 1,4m

Premiações:

4º Lugar ENECA 2005

A ideia de se construir um robô como o Crápula já existia desde 2004. Porém com a entrada de novos integrantes e o surgimento de novas ideias o projeto foi arquivado. Após o primeiro WinterChallenge, em julho de 2005, era preciso construir um robô com uma arma diferenciado para o ENECA, realizado em outubro do mesmo ano. Assim o projeto foi retomado, dando origem então ao Crápula.

No decorrer da construção do projeto, aconteceram muitos imprevistos, desde material que não foi encontrado, até problemas para perfurar a sua barra. Mais uma vez, para superar os problemas, a equipe mostrou-se criativa e competente, não só realizando trabalhos, mas criando novas soluções para finalizar o robô. No final o resultado foi bastante satisfatório com o quarto lugar na competição.

Inquestionável é a sensação que o robô passa, um misto de medo e respeito. Sua arma, uma barra de quase um metro e meio de comprimento se impõe perante os demais robôs.

O nome, escolhido desde o inicio do projeto, é uma brincadeira com o robô que se chama Crap, do Instituto Técnico Mauá, devido à grande semelhança com Crap. Sua logomarca enfatiza o fato do robô ter um grande raio de ação com sua barra; as grandes asas do Crápula deixam claro que não é bom chegar perto.

Dragster

Ano: 2005

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Robô em formato de rampa

Premiações:

3º Lugar Winter Challenge 2008

4º Lugar ENECA 2005

O Dragster surgiu a partir da necessidade de construir um terceiro robô para o ENECA 2005. Até chegar ao estágio atual, o projeto passou por várias modificações. Hoje o robô é constituído basicamente de chapas de aço e dois motores GPA da Bosch. Embora seja um robô simples, trouxe ótimos resultados à equipe. Sua estrutura interna treliçada, junto às grossas chapas de aço externas, tornou este um projeto muito sólido.

Durante a sua construção houve o questionamento do prosseguimento do projeto, principalmente pela falta de tempo. Porém, graças à máquina de corte à plasma cedida pela UNIFEI, foi possível cortar as placas de aço. Não sendo um método adequado, os ajustes finais tiveram que ser feitos a mão. Após a soldagem de sua estrutura, todos da equipe já sabiam que o Dragster iria, no mínimo, chamar a atenção de todos pela sua agilidade e forte blindagem.

Muito mais do que chamar a atenção, o robô levou a equipe ao quarto lugar do ENECA 2005, fazendo com que a Uai!rriorficasse novamente entre as melhores equipes do país. O projeto do Dragster foi sem dúvida um dos mais baratos da competição. A utilização de componentes antigos foi o único meio de viabilizar a construção do robô, sendo novamente comprovado que com criatividade e competência pode-se fazer trabalhos de ótima qualidade.

A logomarca do projeto Dragster foi idealizada durante uma madrugada de trabalho na sala da equipe, antes da competição em Florianópolis. Um grande debate foi realizado para se decidir qual seria o nome do robô. Após o nome inicial Justiceiro e diversas propostas posteriores, ficou decidido que seu nome seria Dragster.

Vingador

Ano: 2005

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Serra vertical de impacto

Premiações:

2º Lugar Winter Challenge 2005

4º Lugar ENECA 2005

A ideia inicial do Vingador era construir um robô de arma elétrica. Porém, após grandes debates e estudos da equipe, notou-se a inviabilidade do projeto original. Foi então que a ideia de migrar para um motor a combustão interna tornou-se real. Com isso, também foi possível aumentar o diâmetro da serra vertical de impacto.

Para o primeiro Winter Challenge, o Vingador foi projetado para possuir duas armas: um disco vertical de aço de aproximadamente meio metro de diâmetro, e uma hélice horizontal de impacto para possibilitar o ataque em todos os sentidos e direções. As armas podiam ser utilizadas uma por vez dependendo do robô adversário; afinal, o peso da categoria não suportava as duas armas em um mesmo robô.

Já para o ENECA, realizado em outubro de 2005, o Vingador passou por algumas alterações. Seu disco foi remodelado, possuindo agora três dentes que nascem diretamente do dente anterior, tendo sua resistência amplificada. A hélice foi abandonada, já que o Crápula fora desenvolvido para o mesmo evento.

Após a conquista do quarto lugar no ENECA 2005, o robô foi aprimorado e, deste então, em todos os eventos dos quais participou, o projeto foi destaque, chamando a atenção desde crianças até de engenheiros, todos fascinados pelo poder que o Vingador possui. Este foi o projeto de maior destaque da equipe durante o período em que competiu, participando não só de competições como também de muitos eventos pelo Brasil todo.

O nome Vingador surgiu logo após o final da guerra de 2004, durante o ENECA em Ouro Preto – MG. A ideia era se vingar do robô Ciclone da PUC-RJ, o qual derrotou nosso antigo robô Chromus 2. A vingança foi realizada quando o Vingador, no Winter Challenge 2005, arrancou uma das rodas do robô da PUC-RJ. Sua logomarca foi inspirada no personagem Vingador do desenho Caverna do Dragão.

Neon

Ano: 2004

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Serra vertical de Impacto e Catapulta Pneumática

Premiações:

3º Lugar ENECA 2004

O Projeto Neon foi desenvolvido para participar do 4° ENECA, que ocorreu em Ouro Preto. Diferentemente dos dias atuais, a regra limiitava o peso em 50kg, e as lutas ocorriam entre vários robôs simultaneamente.

Este foi um projeto de grande dificuldade para a época pois a junção de duas armas ativas diferentes tomou uma grande parte do peso do projeto. Outro grande limitante deste robô foi a falta de espaço interno para se alocar o reservatório de pressão, juntamente com toda a eletrônica e baterias.

Este foi um projeto de grande impacto em 2004 pois nunca antes uma equipe havia reunido duas armas em um único robô, alcançando o terceiro lugar na categoria.

Chromus 2.0

Ano: 2003

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Catapulta Pneumática

Premiações:

3º Lugar ENECA 2004

Depois do sucesso com o primeiro Chromus, a equipe resolveu investir em um projeto com maior capacidade de armazenamento de gás, e trabalhando em uma pressão mais alta. Assim nasceu o projeto Chromus 2.0. O braço pneumático desse robô possuía um pistão ainda mais potente do que de seu antecessor, podendo aguentar, em média, até 80 Kg.

Pelas regras vigentes na época, não se poderia manter no reservatório uma pressão superior a 16 bar. Assim, o reservatório final acabou ficando muito grande e pesado, o que juntamente da bateria automotiva utilizada nesse robô, tomaram um espaço enorme dentro do robô. Mesmo assim, com pequenas mudanças estruturais, foi possível viabilizar o projeto dentro dos 50kg, e garantir o terceiro lugar na competição.

Vale a pena ressaltar que era utilizado nitrogênio comprimido no braço pneumático, por se tratar de um gás inerte e, portanto menos perigoso do que se fosse utilizado ar comprimido.

Thor

Ano: 2003

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Martelo de impacto

Premiações:

3º Lugar ENECA 2004

1º Lugar ENECA 2003

O robô Thor consistia em uma estrutura compacta, somada com uma locomoção eficiente, e como arma ativa possuía um martelo de impacto potente, acionado mecanicamente através de um sistema elétrico, capaz de perfurar a estrutura do adversário. Este foi o primeiro projeto de um robô com quatro rodas tracionadas – que eram acionadas por 2, dos 3 motores Bosch GPB presentes no robô – tal característica o tornou extremamente ágil, fato importante para um robô de martelo.

Depois de ser muito bem aceito na competição, a equipe teve a idéia de adicionar às costas de seu martelo uma outra possibilidade de arma: um ferro em brasa – arma esta que só foi possível devido às altas correntes suportadas pelas baterias automotivas. Esta arma foi muito eficiente contra robôs blindados com policarbonato (uma variedade de plástico), afinal, sua proteção era facilmente derretida.

Uai!lligator

Ano: 2003

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Serra vertical de impacto

Premiações:

1º Lugar ENECA 2003

O projeto Uai!lligator foi o primeiro spinner vertical desenvolvido pela equipe. Embora tenha sido um projeto de desenvolvimento simples, com um pequeno disco acionado por um motor elétrico, ele teve grande repercussão, principalmente por ter sido campeão em 2003.

Embora não fosse o projeto principal no ano de sua criação, sua participação foi de extrema importância na conquista do título. A comprovação do funcionamento deste tipo de arma foi o maior incentivo para a criação de todos os spinners verticais da equipe. Sendo, então, o precursor desta linha.

Chromus

Ano: 2002

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Catapulta pneumática

O robô Chromus foi desenvolvido para competir junto com o robô Uai! na 2ª Guerra de Robôs , sediada na Unicamp. Este era o projeto principal da Equipe, era constituído por uma estrutura feita de aço cromado – de onde derivou o nome do robô – e possuía um braço pneumático que conseguia facilmente virar seu oponente.

Pelas regras da competição o robô que fica totalmente sem locomoção perde o round por imobilidade, por isso a id  éia de fazer um robô que conseguia virar seu adversário era interessante, umas vez que no inicio da Guerra de Robôs nenhum robô era capaz de se desvirar, isto é, ser irreversível.

Apesar do robô Chromus ter deixado todos os seus adversários virados de cabeça para baixo, ele acabou preso na tela de proteção da arena no final do round, ficando também imobilizado e portanto não pôde ser considerado o vencedor. Assim em um campeonato que não houve primeiro lugar, a Equipe Uai!rrior acabou levando para casa o troféu de prata na 2ª Guerra de Robôs. Ainda assim no fim do evento, o Chromus foi considerado o melhor robô brasileiro.

Uai!

Ano: 2002

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Arma: Ponta afiada

Premiações:

1º Lugar ENECA 2002

Nas primeiras edições da Guerra de Robôs, a competição em si era entre as equipes, e não entre os robôs propriamente ditos. Desse modo, era ilimitado o número de robôs que uma equipe poderia possuir, e para um round poderia ser escolhido qualquer um dos robôs, e os pontos eram contabilizados para a equipe, e não para o robô. Então era considerada campeã a equipe que tivesse mais vitorias independente do robô utilizado.

Sendo assim foi desenvolvido o robô UAI! para competir junto com o robô Chromus (robô principal) na 2ª Guerra de Robôs, sediada na Unicamp. Este projeto consistia de uma estrutura feita com chapas de aço moldado que cobriam todo o robô, com uma ponta de impacto fixa na frente do robô que tinha como finalidade dilacerar a carcaça dos robôs adversários e um sistema de locomoção extremamente robusto que permitia empurrar os robôs adversários.

O Uai! pode ser, juntamente com Scorpion e Chromus, considerado um pioneiro na Guerra de Robôs do Brasil.

Scorpion

Ano: 2001

Peso: 54.5 Kg

Categoria: Middleweight

Premiações:

1º Lugar ENECA 2001

Este robô participou da 1ª Guerra de Robôs, o primeiro evento do gênero a ser realizado no país, no qual conquistou o primeiro lugar.

O robô Scorpion foi o primeiro desenvolvido pela equipe e possui esse nome, pois o primeiro projeto lembrava um escorpião, e consistia em um robô com garras e um disco móvel, sendo assim capaz de segurar e cortar o robô adversário. Entretanto essa idéia mostrou-se muito complexa e foram necessários vários ajustes até chegar ao projeto final: um robô com um disco abrasivo e uma barra giratória com espinhos na parte traseira.

A estrutura do robô foi basicamente feita a partir de material reutilizado, tanto a bateria quanto os motores são os mesmo utilizados em carros.

Não havia uma eletrônica específica para o robô, a ligação era feita por controle direto, deste modo não se tinha um controle da velocidade, ou o robô estava parado ou com 100% de sua velocidade, e para fazer a inversão de sentidos, utilizavam-se relés.